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Pompéia,06/07/2022

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Fabrício Arena é condenado a 56 anos de prisão por matar esposa e enteada, em Pompeia


 Fabrício Arena é condenado a 56 anos de prisão por matar esposa e enteada, em Pompeia





Fabrício Buim Arena Belinato, 36, assassino da esposa Cristiane Pedroso Arena, de 34 anos e da enteada Karoline Vitória, de apenas 9 anos, foi condenado hoje a 56 anos e 4 meses de prisão em regime fechado. O crime bárbaro chocou a todos pela frieza e crueldade do psicólogo, que teve ajuda de sua enteada. 

O julgamento aconteceu nesta terça-feira, 14, no Fórum de Pompeia e terminou por volta das 17 horas. Por conta da pandemia, o Tribunal de Justiça de São Paulo informou que apenas participaram do julgamento os jurados, seis testemunhas, os servidores do judiciário e as partes envolvidas da acusação e da defesa. 

Duplo homicídio, feminicidio, ocultação de cadáver, corrupção de menor dentre outros crimes, serviram para que o júri comprovasse a culpa do acusado. Fabrício que está preso na penitenciária de Tremembé, deve voltar à prisão para cumprir a pena, enquanto a filha de Cristiane e irmã de Karoline, de 17 anos, que teve envolvimento amoroso com o assassino e participou dos crimes, já foi condenada pela justiça a cumprir pelo menos 3 anos de internação. 

Entenda o crime

Cristiane Pedroso dos Santos Arena, de 34 anos e sua filha Karoline Vitória dos Santos Guimarães, de 9 anos, estavam desaparecidas desde novembro de 2020. Os corpos delas foram encontrados enterrados no quintal da casa onde moravam, sob um contrapiso de concreto, no dia 2 de fevereiro de 2021.

No dia em que os corpos foram localizados, a filha adolescente de Cristiane foi detida por suspeita de participação no crime. Ela foi encaminhada inicialmente à Fundação Casa de Araçatuba e atualmente segue apreendida em unidade de Cerqueira César.

Já o psicólogo, foi capturado em 8 de fevereiro, em Campo Grande, enquanto trabalhava em uma obra. Transferido para Marília ele disse à imprensa local que se arrependeu do crime. Segundo o delegado, Fabrício chegou a pedir abrigo a uma igreja em uma cidade do Mato Grosso do Sul como se fosse um morador de rua. Ele fez todas as refeições diárias e higiene pessoal na instituição enquanto estava foragido.

Em depoimento à polícia, Fabrício detalhou que matou a esposa primeiro com um golpe de faca e quase um mês depois a menina asfixiada, porque ela estaria questionando sobre a presença da mãe.

O laudo do IML contradiz a versão do acusado, a polícia acredita que as vítimas poderiam estar dormindo quando foram mortas. As investigações da Polícia Civil apontam ainda que a adolescente apreendida mantinha um envolvimento amoroso com o padrasto, por isso, Fabrício é investigado também por estupro de vulnerável, pois teria abusado sexualmente da enteada mais velha há vários anos.





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