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Romeu Zema lança plano para 2026 e propõe mudanças no Bolsa Família, STF e segurança pública

Pré-candidato do Novo apresentou diretrizes do plano de governo em São Paulo, com foco em economia, Judiciário, combate ao crime e revisão de programas sociais


Romeu Zema lança plano para 2026 e propõe mudanças no Bolsa Família, STF e segurança pública

O pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), apresentou nesta quinta-feira (16), em São Paulo, as principais diretrizes de seu plano de governo para as eleições de 2026. Durante o evento, Zema defendeu mudanças nas regras do Bolsa Família, reforma no Supremo Tribunal Federal (STF), privatizações e endurecimento das medidas na área da segurança pública.

Entre as propostas que mais repercutiram está a exigência de que beneficiários do Bolsa Família, especialmente homens adultos considerados aptos ao trabalho, aceitem oportunidades de emprego formal. Segundo o pré-candidato, a recusa poderá resultar no corte do benefício.

Zema afirmou que, nos casos em que não houver vaga disponível no mercado, o beneficiário deverá colaborar com atividades de apoio junto às prefeituras, em ações como serviços urbanos e apoio em repartições públicas, além da obrigatoriedade de participação em cursos de qualificação profissional.

Na área econômica, o ex-governador de Minas Gerais reforçou um discurso voltado à redução do tamanho do Estado, com corte de gastos públicos, diminuição de impostos e ampliação dos investimentos privados, especialmente em infraestrutura. O plano também prevê novas privatizações e medidas de ajuste fiscal.

Outro ponto central do discurso foi a proposta de reformulação do STF. Zema declarou que, caso eleito, uma de suas primeiras medidas será encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para mudanças na composição da Corte, incluindo mandato fixo para ministros, idade mínima para indicação e maior prestação de contas sobre decisões tomadas.

O pré-candidato também voltou a fazer críticas ao Judiciário e ao Senado, defendendo o fim das decisões monocráticas e novas regras para evitar conflitos de interesse envolvendo familiares de ministros e autoridades públicas.

Na segurança pública, Zema afirmou que pretende enquadrar facções criminosas como organizações terroristas e defendeu a redução da maioridade penal, argumentando que crimes cometidos por adolescentes em determinadas circunstâncias devem receber punições mais rigorosas.

Mesmo diante de pesquisas eleitorais que ainda o colocam atrás dos principais nomes da disputa, o pré-candidato afirmou que manterá sua candidatura até o fim do processo eleitoral e disse acreditar que o debate político deve ser ampliado no campo da centro-direita.




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