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Kassab descarta Tarcísio na Presidência em 2026 e PSD prepara candidato próprio ao Planalto

Presidente do partido afirma que governador de São Paulo deve buscar reeleição e defende construção de candidatura de centro para a disputa nacional


Kassab descarta Tarcísio na Presidência em 2026 e PSD prepara candidato próprio ao Planalto

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que a possibilidade de o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disputar a Presidência da República em 2026 não está mais em discussão dentro do grupo político. Segundo ele, o tema já foi superado após sucessivas declarações do próprio governador de que pretende permanecer no Estado.

Em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, Kassab foi direto ao afirmar que o foco agora é a reeleição de Tarcísio ao Palácio dos Bandeirantes.

“Um governador de São Paulo bem avaliado sempre é um presidenciável, mas essa página está virada. Ele já disse que não será candidato. Vamos participar das próximas eleições e pensar no futuro mais adiante”, declarou.




Kassab, que atualmente ocupa o cargo de secretário de Governo e Relações Institucionais na gestão estadual, é apontado nos bastidores como possível candidato a vice em uma eventual chapa de reeleição de Tarcísio.

PSD quer nome próprio
Sem Tarcísio na corrida nacional, o PSD trabalha para lançar candidatura própria ao Palácio do Planalto. A definição deve ocorrer até abril, de acordo com o dirigente partidário.

Hoje, a sigla reúne ao menos três nomes cotados para a disputa presidencial: o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, recém-filiado ao partido; Ratinho Júnior, do Paraná; e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul.




Kassab classificou a chegada de Caiado como um movimento alinhado internamente e reforçou que o partido busca fortalecer uma alternativa fora dos polos tradicionais da política nacional.

Espaço para o centro
Para o presidente do PSD, há espaço eleitoral para uma candidatura de centro em 2026. Ele avalia que parte do eleitorado demonstra cansaço da polarização entre direita e esquerda e procura uma opção mais moderada.

Segundo Kassab, uma candidatura com esse perfil teria maior facilidade de diálogo em um eventual segundo turno, independentemente do adversário.

A estratégia do partido, agora, é consolidar lideranças estaduais, ampliar alianças e construir um nome competitivo nacionalmente para a próxima eleição presidencial.




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